sábado, fevereiro 04, 2012

Miscelânea Criacionista: confusão, pelas alminhas.

O Mats escreveu sobre a foca de Weddell, que «não só pode ficar até 70 minutos debaixo da água, como pode atingir profundidades na ordem dos 480 metros. Como termo de comparação, o melhor que um ser humano consegue fazer é ficar 13 minutos e 43 segundos debaixo de água, e chegar aos 85 metros de profundidade.»(1) Mas outros termos de comparação podiam ser a sardinha, que vive a vida toda debaixo de água, ou um parente da pulga do mar (ordem Amphipoda) que tem 35cm de comprimento e vive a 10km de profundidade (2).

Para o Mats, esta foca é evidência clara de que o menino Jesus criou tudo inteligentemente. Uma das razões que apresenta é a de que «Se nós ficamos demasiado tempo num local excessivamente profundo, e regressamos rapidamente à superfície, podemos morrer. A rápida mudança de pressão causa a que haja um desequilíbrio no normal funcionamento do nitrogénio no sangue. [...] As focas de Weddell, no entanto, não tem este tipo de cuidados ao vir à tona porque o seu sangue não contém nitrogénio dissolvido.» Além de não explicar onde é que está a inteligência nisto, o Mats baralha um bocado as coisas.

Tanto a foca como o humano têm azoto, N2, dissolvido no sangue. É o gás mais comum na atmosfera e, pela ventilação dos pulmões, mantém-se um equilíbrio entre a concentração do gás no ar e no sangue. O problema dos mergulhadores é terem de respirar ar comprimido, quando mergulham em profundidade, para compensar a pressão da água sobre o tórax. A pressão do gás aumenta a concentração de equilíbrio dos gases dissolvidos no sangue, o que não faz mal enquanto ficam dissolvidos mas é uma chatice quando o mergulhador regressa e a pressão diminui. Como acontece ao abrir uma garrafa de refrigerante, se a queda de pressão for rápida os gases libertam-se formando bolhas, e ter bolhas no sangue não dá jeito nenhum. Mas num mergulho em apneia o único azoto extra que pode ir para o sangue é o que vier nos pulmões. À profundidade do mergulho livre dos humanos é muito raro isto causar problemas. A foca, que mergulha mais fundo, evita este perigo expirando antes de mergulhar (3). Assim, a quantidade de azoto dissolvido no sangue é sempre a mesma, pelo que nunca se formam bolhas. O que distingue a foca não é o “funcionamento do nitrogénio” nem “não ter nitrogénio dissolvido” mas, basicamente, não mergulhar com garrafas de ar comprimido.

Além deste erro, que pode ter sido por simples desconhecimento, o Mats também omite a possibilidade destas características terem evoluído gradualmente. Isto já não deve ser um erro inocente, tendo em conta o que temos discutido nestes últimos anos. «Não se sabe bem como é que esta capacidade pode ter evoluído com base na tentativa e erro. Se as focas não tivessem a capacidade de resistir a pressões enormes logo desde o princípio, a primeira foca que tentasse nadar mais para o fundo, morria e não deixava descendentes.»

A foca de Weddell pode mergulhar a profundidades de até 700m (4). Mas é fácil perceber que se, no passado, as focas que a precederam apenas mergulhassem a 600m, 500m ou 400m também poderiam ter sobrevivido. Na verdade, para uma foca ter vantagem na propagação dos seus genes basta que seja um pouco melhor do que os outros elementos do seu grupo, com quem compete na contribuição para as gerações futura. Isto é válido qualquer que seja a profundidade máxima que conseguem atingir. E as adaptações para o mergulho prolongado em profundidade são alterações quantitativas que facilmente podem surgir de forma gradual: mais glóbulos vermelhos, maior volume de sangue, mais mioglobina nos músculos, mais resistência à acumulação de ácido láctico, e assim por diante.

Acrescenta o Mats que «Estar morto não é uma forma válida de se evoluir.» Se bem que, à primeira vista, pareça um truísmo digno da Lili Caneças, na verdade a morte é um elemento importante na evolução, como parte da selecção natural. Também na peneira é tão importante que a areia grossa fique retida como é que areia fina consiga passar. Como já expliquei muitas vezes ao Mats, a evolução não é um processo individual. Nenhum organismo evolui, no sentido biológico. Nasce, desenvolve-se e, mais cedo ou mais tarde, morre. O que evolui são as populações. E as populações evoluem precisamente porque uns morrem antes de deixar tantos descendentes como outros.

Finalmente, alega o Mats que um crente como ele «não tem dificuldade alguma em ver que o aparato em volta das capacidades desta foca são obra de Design Inteligente.» No entanto, não explica para que servia à foca mergulhar 700m à procura de peixe quando vivia no paraíso onde, presumivelmente, só comia espinafres e arroz de cenoura. Ou porque é que outras espécies de foca, já para não falar dos humanos, têm capacidades de mergulho menores. Ou porque é que esta foca não tem a capacidade de respirar debaixo de água e mergulhar a 10km de profundidade. Terão sido a sardinha e a pulga do mar criadas por um deus ainda mais inteligente do que aquele que criou a foca?

Mas, para o Mats, estas questões não são importantes. Nem estas questões, nem os factos, nem compreender o assunto sobre o qual escreve. Nem sequer a honestidade de evitar alegações que sabe serem treta. Nada disto interessa ao Mats porque o objectivo dele não é perceber nem esclarecer. É simplesmente «atingir mais almas com a mensagem da Criação e Salvação»(5), nem que seja pela via do barrete.

1- Mats, O grande mergulhador.
2- BBC, 'Supergiant' crustacean found in deepest ocean
3- Cool Antartica, Antartic animal adaptations
4- Wikipedia, Weddell seal
5- Mats, Central criacionista.

71 comentários:

  1. Esse rapazinho de inocente nada tem. Desde que há um ano demonstrei que ele nem lia o artigo que comentava que tenho a certeza (artigo esse que era em sim mesmo um comentário bem crítico ao artigo original sobre o qual ele, Mats, alegadamente tinha escrito. Artigo esse cujo próprio 1º autor reconheceu as limitações. Com gente assim não vale a pena perder o tempo. Sabem que estão errados, mentem para dizerem que estão certos).

    ResponderEliminar
  2. Interessante posta, Ludwig, obrigado! (Nota gralha na referência n.º 3: “animaml”.)

    ResponderEliminar
  3. só 7 erros 1º o nitrogénio (como gás di-atómico)ou azoto (sin-a zotótós vida)tem uma baixa solubilidade seja no sangue ou na água salgada ou em água da nascente

    é a pressão do mergulho que faz o gás presente no ar respirado..que passe dos alveolares pulmões para o sangue... o CO2 tem tal como o O2 mais capacidade de dissolver-se a baixa pressão...mas a maior parte dele não anda dissolvido no sangue

    anda na carboxi-hemoglobina...

    resumindo:maior pressão...maior dissolução do quasi inerti gás...

    nã forma bolhas por descomprimir

    forma bolhas porque é muy pouco soluvel (praticamente insolúvel) a baixa pressão...

    percebido?

    não?
    e é este gajo que atira a 1ª pedra aos telhados de vidro da bizinhançe

    ResponderEliminar
  4. pronto mais simplex

    pegar em nitrogénio líquido a -176ºC e vazar água por cima para ver quanto é que se dissolve antes da água congelar

    ResponderEliminar
  5. Trolologluglu,

    «nã forma bolhas por descomprimir

    forma bolhas porque é muy pouco soluvel (praticamente insolúvel) a baixa pressão...»


    É por ser menos solúvel a baixa pressão que forma bolhas ao descomprimir. Caso contrário (difícil, num gás...) não formava.

    ResponderEliminar
  6. mas acredite em mi não...mi mete in ingleis

    N2O 31 times more soluble than nitrogen ( nitrogen blood gas partition coefficient:0.015)...logo nitrogénio N2 no sangue a causar narcose....naaahhh

    se for o seu óxido anestésico atão yaaaah meu....

    olha se tiver aí uma vaga na Nova para nitrogenador adjunto
    lembra de mim tá...

    ResponderEliminar
  7. ó gaijo foi pelo mergulhador afundar-se e portanto sujeitar-se a uma pressão superior a 1 atm que o N2 se conseguiu dissolver no sangue

    ou seja se não tivesse mergulhado não tinha N2 dissolvido no sangue...

    vai brincar com as crias de krippahl
    é mais recompensador...excepto se sairem ao progenitor

    nesse caso foge delas antes que te apanhem

    remember Uranus pai de Zeus y tal

    ResponderEliminar
  8. Caso contrário (difícil, num gás.....) não formava....
    se o gás lei dos gases perfeitos pv=nrt

    for insolúvel ou quase (a pressão inferior a 2 atm ou 3 atm) num solvente (seja este água tetracloreto de carbono ou acetona...

    por mais que eu descomprima

    se não existir gás...ou muy pouco

    só posso ter microbolhas e para dar embolia gasosa

    é preciso uma bolha na mangueira sanguínea...

    as bolhaS coalescem (juntam-se)mas também só a pressão elevada

    tenho dir jantar e já nã dou química ou física há anus....

    ResponderEliminar
  9. outros factores podem afetar a solubilidade num meio onde o ph = 7,qq coisa
    o sangue...o ph é um deles mas o N2 é uma molécula cuja polaridade é

    a) polar

    b) a pular

    c) krippahl et all?

    ResponderEliminar
  10. Delivery from lungs to tissue ... 97-98% Carried in Combination With Hb (2-3% Dissolved in Plasma) ....resumindo há muito mais O2 e CO2 dissolvido no sangue e nem por isso a descompressão de um líquido sanguíneo com estes gases cria bolhas

    nã é uma garrafa de espumante veerstendes?

    nein?
    ok mim vai jantar...ou cear como se soia dizere

    ResponderEliminar
  11. Acho que a confusão do Mats não é tanto a ideia de evolução individual. Acho que está implícita uma suposição errada de que não existe variação de certas características que ele não observa - nesse caso, como não está habituado a ver focas, não conhece as diferenças entre a mesma espécie de foca. É como se ele acreditasse que todas as focas de Weddel conseguissem mergulhar até exatamente 480 metro de profundidade e além disso ignora que existem outras espécies de focas que atingem profundidades máximas muito, muito, mas muito diferentes.
    Mas, usando os humanos como exemplo, verificamos facilmente que existem alguns que nadam muito mais depressa, durante muito mais tempo ou que conseguem atinguir profundidades muito maiores do que a maioria dos outros humanos.

    Se um animal que depende do mar tem predadores nesse ambiente, ele tem uma vantagem em relação aos outros indivíduos da mesma espécie se conseguir nadar a profundidades maiores (para além de conseguirem mais alimento). Talvez a maioria dos predadores tenha dificuldades em atingir tais profundidades. Mesmo se não tiverem, num grupo de presas aquelas que sentem mais dificuldades em grandes dificuldades tornam-se presas mais fáceis, porque ficam para trás, mais próximas dos predadores, como uma gazela que não corre tão depressa como as outras e é por isso apanhada pelo leão. Então os que são capazes de nadar em maiores profundidades tornam-se mais numerosos, porque os outros tendem a morrer mais cedo e não deixam descendência. Mas quando a maioria da população atinge essas profundidades maiores, torna-se mais fácil existirem algumas focas que atingem profundidades ainda maiores. É por isso que a morte é um fator muitíssimo importante na seleção natural. Até os criacionistas queixam-se disso quando ficam excitados para falarem sobre ética.

    É claro que o Mats poderá dizer que já sabia disso tudo e que está a ser distorcido, mas esses fatos contradizem o seu argumento.

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. "existem outras espécies de focas que atingem profundidades máximas muito, muito, mas muito diferentes"

      Por exemplo, os leões marinhos conseguem atingir 550 metros de profundidade e os elefantes marinhos conseguem atinguir 1500 metros de produndidade - muito maior do que os tais 480 metros.

      Por que é que o Mats escolheu a foca de Weddell se existem melhores exemplos?

      Eliminar
    2. «Por que é que o Mats escolheu a foca de Weddell se existem melhores exemplos?»

      Esta eu respondo :-) .Porque nem o argumento é original do Mats. Ele copiou de outras fontes criacionistas.

      Olha aqui: http://www.creationmoments.com/radio/transcripts/greatest-deep-sea-divers

      Repare na imagem e no crédito da fonte :-)

      Eliminar
    3. a profundidades maiores mais alimento quando não há concentração de biomassa significativa abaixo dos níveis fóticos ...ou seja 200 metros?


      Por exemplo, os leões marinhos conseguem atingir 550 metros de profundidade e os elefantes marinhos (Parvus maximus premium )conseguem atinguir nenhum atingue ou atinge os 1500 metros de produndidade vivo- brasileiro é lerdo mesmo e afunda muito maior do que os tais 480 metros.

      Por que é que o Mats escolheu a foca de Weddell se existem melhores exemplos?...logo isto é o imbecilismo geral

      a foca de weddel é um fenómeno único
      Weddell seal - twice the volume of blood per kilogram as humans and spleen has ability to store up to 24L of blood.
      Spleen contracts causing the stored oxygen enriched blood to enter the blood stream.
      por isso dá-se em aulas de fisiologia em todo o mundo...e até
      Orlando Luís fez a sua apologia na FCUL dita das ciências...

      em física de fluidos também se fala desta makna orgânica por variadas razões hidrodinamismo...etc etc

      They are tolerant to bubbles in blood
      They have a mechanism to avoid bubble formation in spite of supersaturation
      There is no supersaturation of gasses

      logo a foca de weddell foi muito bem escolhida pelo tal y coiso...

      Eliminar os biólogos e físicos-inconomistas...dediquem-se ao futebol e aos virus de computa têm mais susexo reprodutivus e fitness (loch ness) acrescida

      Eliminar
  12. O problema do Mats e da esmagadora maioria dos criacionistas é não compreenderem a seguinte ocorrência:

    O Alfredo tem poucos feijões no seu prato. De minuto em minuto ele põe um feijão. Ao fim de 10h ele tem muitos feijões no prato.

    Um criacionista dirá que isto é impossível: pois nunca acrescentando um feijão apenas a um grupo de feijões ele passam de ter poucos para ter muitos feijões. Nunca se viu tal coisa. Por isso é misticismo e fantasia acreditar que alguma vez o prato pode passar de ter poucos feijões para ter muitos.

    Quando o Mats entender o que se passa com os feijões, talvez ele possa entender que uma população de mamutes se transforme numa população de elefantes, e por aí fora...

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. o problema do jão baskismo é ter uma educação simplex....

      Problema gasosus in blood is always N.....
      memo at great depth, CO2 tension does not increase much above the physiologically normal of about 40 mm Hg....
      Supersaturation of 2 atm is necessary para atingir a bolhinha fatalis
      gordura corporal(15%,no jão baskus) dissolves about 5x as much N per unit weight as H2O....

      as adaptações ao mergulho por longo tempo apenas ocorrem em 2 espécies
      de respiradores de O2 atmosférico

      Sperm whale (Physeter catodon) can dive to 1200 to 1300 maximum
      Weddell seal - 600 m a 650 metros, 45 a 50 min...
      JCFeb 5, 2012 07:01 AM

      "existem outras espécies de focas que atingem profundidades máximas muito, muito, mas muito diferentes"

      Por exemplo, os leões marinhos conseguem atingir 550 metros de profundidade e os elefantes marinhos (Parvus maximus premium )conseguem atinguir nenhum atingue ou atinge os 1500 metros de produndidade vivo- brasileiro é lerdo mesmo e afunda muito maior do que os tais 480 metros.

      Por que é que o Mats escolheu a foca de Weddell se existem melhores exemplos?...logo isto é o imbecilismo geral

      a foca de weddel é um fenómeno único
      Weddell seal - twice the volume of blood per kilogram as humans and spleen has ability to store up to 24L of blood.  
      Spleen contracts causing the stored oxygen enriched blood to enter the blood stream.  
      por isso dá-se em aulas de fisiologia em todo o mundo...e até
      Orlando Luís fez a sua apologia na FCUL dita das ciências...

      em física de fluidos também se fala desta makna orgânica por variadas razões hidrodinamismo...etc etc

      They are tolerant to bubbles in blood
      They have a mechanism to avoid bubble formation in spite of supersaturation
      There is no supersaturation of gasses

      logo a foca de weddell foi muito bem escolhida pelo tal y coiso...

      Eliminar
  13. AS FOCAS: MARAVILHAS DE DESIGN!


    1) O Ludwig apenas descreve o modo de funcionamento das focas e especula sobre a sua hipotética evolução gradual. Isso só demonstra que a crença na evolução se baseia em observações feitas no presente e em especulações acerca do passado.


    2) A genética das populações apenas demonstra que as focas pertencem ao mesmo género, corroborando o que a Bíblia ensina.


    3) As focas são realmente maravilhas de design, valendo a pena reflectir sobre as suas características


    4) O design inteligente das focas permite-lhes conservar oxigénio e proteger o cérebro de danos que mergulhos profundos em águas geladas poderiam provocar


    5) Na verdade, as focas estão tão bem desenhadas até ao detalhe que até os seus bigodes têm sensores de elevada precisão

    ResponderEliminar
  14. Eu não disse?

    Cada vez que se põe um feijão, o grupo continua a ter o mesmo género - muitos feijões, poucos feijões, ou algo no meio. É impossível mudar de grupo acrescentando um feijão. Quem acredita que dando minutos suficientes (acrescentando um feijão em cada minuto) tal coisa pode acontecer, acredita em milagres e está contra a ciência. Só Deus pode ter feito surgir muitos feijões no prato.

    ResponderEliminar
  15. Estimado Vasco

    Essa dos feijões no prato é comparável à "gaivotas dão gaivotas", "chuva cria códigos", " o DNA não codifica nada" do Ludwig, e com a "o DNA é como cubos de gelo" da Palmira Silva.

    Com argumentos desses a teoria da evolução está sólida que nem uma rocha... como o Millenium BCP...

    O problema é que nada disso ajuda Richard Dawkins a explicar a origem da informação genética e a livrá-lo de especulações inúteis sobre o passado que ninguém observou...

    ResponderEliminar
  16. Este comentário foi removido pelo autor.

    ResponderEliminar
  17. Perspectiva,

    Aquilo que escrevi não era um argumento. Era uma explicação da dificuldade que vários criacionistas (como o Perspectiva) têm em compreender a evolução por selecção natural.
    A sua resposta foi, aliás, uma excelente confirmação.

    ResponderEliminar
  18. Dois problemas com a "teoria dos feijões"

    1) A vida é tão extremamente complexa que até mesmo os evolucionistas duvidam que pudesse ter surgido por acaso É pena James Watson e Francis Crick não se terem lembrado dos feijões!


    2) o registo fóssil não é gradualista, apenas documentando o sepultamento abrupto de seres extremamente complexos e totalmente funcionais Isso debilita a teoria dos feijões...

    3) Mesmo os seres vivos supostamente mais antigos já eram extremamente complexos; o que também inviabiliza a teoria dos feijões...

    4) Em face da extrema complexidade da vida supostamente mais antiga, e porque não acreditam na criação inteligente, os evolucionistas são forçado a acreditar numa evolução extremamente rápida, precisa, complexa, sofisticada e integrada! O que desmente a teoria dos feijões...

    P.S. Essa dos feijões tem piada! E de onde vieram os feijões?

    ResponderEliminar
  19. Estimado Vasco

    Mesmo alguns evolucionistas já compreenderam que a selecção natural, como o próprio nome indica, nada tem que ver com a evolução das espécies e muito menos com a sua origem

    Quando muito, a selecção natural explica porque é que gaivotas dão gaivotas, como bem exemplifica o Ludwig...

    ResponderEliminar
  20. Perspectiva:

    Novamente a sua resposta demonstra que acertei. Que a sua dificuldade em compreender a questão dos feijões explica a sua incapacidade de compreender a evolução por selecção natural.

    Ora vejamos:

    a) a analogia dos feijões não tem nada a ver com a origem da vida (ou dos feijões). O perspectiva, ao falar sobre isto demonstra incompreensão a respeito da analogia.

    b) embora isso que o perspectiva alega seja factualmente errado, o problema não está aí. Se estivesse aí, as discussões com os criacionistas seriam a respeito de factos: esta transição é gradual ou não? O Ludwig mostraria uns tantos fósseis a mostrar uma evolução gradual e seria assunto arrumado.
    Mas nunca foi esse o problema: em cada transição gradual que o Ludwig mostre - e já mostrou várias - os criacionistas alegam que não existe transição nenhuma: bactérias continuam a ser bactérias, focas continuam a ser focas. E não é com um feijão que o monte passa de ser pequeno para ser grande.

    c) O mesmo que escrevi no ponto a) aplica-se.

    d) Existem várias razões de índole científica (entre historiadores, geólogos, astrónomos, cosmólogos, uma séria de campos que não são de biologia - a selecção natural é uma teoria do capo da biologia) para acreditar numa terra muito antiga, e existe a interpretação mais directa da bíblia para acreditar numa terra mais recente (6000 anos).
    Mas aqui criacionistas como o Mats e o Perspectiva são inconsistentes, porque interpretam a Bíblia directamente - e alegam não existir outra forma de a interpretar - quando ela diz a idade da terra, mas preferem uma interpretação metafórica/poética quando a mesma Bíblia diz que a terra é plana ou que é o Sol que gira em seu torno.

    De qualquer forma, a analogia dos feijões não assume nada sobre a idade da terra: nem uma terra velha nem jovem. O foco da analogia está no facto de mesmo que nenhuma alteração constitua uma alteração de «género» (essa categoria definida sem qualquer espécie de rigor), o conjunto de várias destas alterações possa perfeitamente constituir tal alteração. De tal forma que o perspectiva foi incapaz de responder se o Mamute é do mesmo «género» que o elefante ou não.

    E a forma como não compreende isto é tão flagrante, que nem compreendeu que as alusões à idade da terra não desmentem que esta dificuldade por parte dos criacionistas existe.

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Estimado João Vasco

      1) Quando as analogias são tolas... acha mesmo que tudo se resume a uma questão de quantidade?

      2) O Ludwig só mostrou transições dentro de cada género, corroborando a Bíblia...

      3) A Bíblia ensina que a Terra é esférica


      4) Claro que o mamute é do género dos elefantes! Nem percebo essa dúvida!

      Eliminar
    2. A briba fala que a terra é esférica? Na...

      http://alogicadosabino.wordpress.com/2008/10/13/sobre-a-biblia-factos-cientificos-e-a-terra-plana-resposta-a-um-ateu/

      Eliminar
  21. «Quando muito, a selecção natural explica porque é que gaivotas dão gaivotas, como bem exemplifica o Ludwig...»

    Pois: e nenhum feijão pode fazer o monte passar de pequeno a grande.

    ResponderEliminar
  22. «Quando muito, a selecção natural explica porque é que gaivotas dão gaivotas, como bem exemplifica o Ludwig...»

    E eu que sempre achei que este argumento fosse do Jónatas.
    Todos estes anos e agora descubro que o Ludwig é criacionista. Quero meu dinheiro de volta :)

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Curiosamente foi o Ludwig que primeiro usou esse argumento, aqui no seu blogue, para tentar demonstrar a evolução de partículas para pessoas...

      Eliminar
  23. perspectiva,

    Agora é sério. Este dom que vcs criacionistas tem de inverter aquilo que é dito é raro.

    Cultive-o com carinho, pois ele parece ser essencial para o criacionismo :)

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. "Mas vocês os evolucionistas é que dizem que o homem descende do macaco!
      Isso é que é a inversão. A Biblia demonstra que o Universo é fruto do Amor de um Deus Todo Poderoso que nos criou de forma perfeita. O Homem é que abraçou a morte ao cometer o pecado pérfido de ter desobedecido a Deus comendo uma maçã."

      Eliminar
    2. OS FEIJÕES: UMA MARAVILHA DE DESIGN

      Em vez de fazerem analogias inacreditáveis (v.g. um monte de feijões explica a extrema complexidade do cérebro humano), os evolucionistas deviam examinar os factos científicos e ver como os feijões são importantes para combater o cancro e os diabetes, recordando o que a Bíblia diz acerca da dieta vegetariana inicial...

      Enquanto os evolucionistas usam feijões para construir analogias sem sentido, os criacionistas usam-nos para corroborar o que a Bíblia ensina...

      Eliminar
  24. Os cientistas sabem hoje que a a complexidade do cérebro excede tudo o que até agora é imaginado

    O João Vasco compara isso ao crescimento de um monte de feijões...

    ResponderEliminar
  25. Descobertas recentes, a partir da sequenciação do DNA, mostram que o sistema nervoso dos crustáceos é muito mais complexo do que se pensava

    A resposta, meu amigo, está no crescimento do monte de feijões...

    ResponderEliminar
  26. Estudos recentes mostraram que segredo da teia da aranha não está apenas extrema resistência das suas fibras de seda mas também no engenho do design da teia


    A resposta, meu amigo, está no crescimento do monte de feijões...

    ResponderEliminar
  27. Os engenheiros vão inspirar-se no design das borboletas para construir robôs

    O João Vasco diria: basta acrescentar feijões!

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Esta série de posts é o equivalente ao Perspectiva colocar as mãos nas orelhas e gritar bem alto "LA LA LA LA LA NÃO TE ESTOU A OUVIR LA LA LA LA LA."

      Eliminar
    2. Não se trata disso, caro Wrym

      O próprio Richard Daekins reconheceu que

      “What has happened is that genetics has become a branch of information technology. It is pure information. It's digital information.

      It's precisely the kind of information that can be translated digit for digit, byte for byte, into any other kind of information and then translated back again.

      This is a major revolution."

      Não basta por isso falar em feijões.

      É necessário compatibilizar "a teoria dos feijões", de forma credível, com a "revolução informacional" da genética.

      Por exemplo, explicando como é que diferentes sequências de feijões podem codificar instruções capazes de ser lidas, transcritas, traduzidas e executadas por máquinas criadas pelas próprias sequências de feijões, para criar estruturas complexas e distintas dos feijões...

      Esse é o desafio do João Vasco...

      Eliminar
  28. Este comentário foi removido pelo autor.

    ResponderEliminar
  29. Perspectiva,

    Eu sei que não entende, e realmente a mensagem não era dedicada aos criacionistas, mas aos outros comentadores como explicação da razão da incapacidade destes em entender a evolução por selecção natural, mas as suas últimas mensagens corroboraram a minha hipótese a 100%.

    A sua tentativa de responder a esta analogia, mostrando uma completa incompreensão da mesma, foi de tal forma exempleficativa que se provas me faltassem deixariam de faltar.

    ResponderEliminar
  30. João Vasco,

    "A sua tentativa de responder a esta analogia, mostrando uma completa incompreensão da mesma[...]"

    Não creio que o Perspectiva não tenha compreendido a analogia. Creio no entanto que não a quer admitir dado o tremendo embaraço em em ele se colocaria. Não admitir o óbvio tentando argumentar, dá nisto que estamos a presenciar... :)

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Entendam-se... mas não deixem de explicar como é que os feijões criam códigos e informação codificada...

      Estou à espera...

      Eliminar
  31. O conceito de selecção natural foi desenvolvido pelo criacionista Edward Blyth antes de Charles Darwin.

    Porque será que muitos confundem selecção natural com a suposta evolução de particulas para pessoas?

    ResponderEliminar
  32. Um exemplo recente de de "evolução" por selecção natural e efeito fundador mostra bem que este processo nunca poderia transformar partículas em pessoas: ele implica perda de informação genética.

    O próprio estudo reconhece essa perda:

    "The founder effect is the loss of genetic variation that occurs when a new population is established by a very small number of individuals from a larger population."

    Não é perdendo informação genética que se transforma partículas em pessoas.

    Isso é como pretender enriquecer acumulando défices todos os anos... (onde é que eu já vi isto?)

    ResponderEliminar
  33. Perspectiva:

    O Pedro Ferreira e eu concordamos no seguinte: ou o Perspectiva não entende a analogia dos feijões, ou finge não entender.
    Em qualquer dos casos, dá respostas que demonstram incompreensão.

    Dizer que o corpo humano é diferente de um monte de feijões esperando com isso dar resposta à analogia demonstra total incapacidade cognitiva para lidar com a mesma. Claro que essa demonstração de incapacidade pode não ser genuína, como o Pedro Ferreira sugere, mas sim desonesta.

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Não tenho culpa que usem analogias disparatadas...

      Eliminar
    2. Vá perspectiva aqui vai uma ajuda para os próximos posts:

      "um monte de feijões dá um monte de feijões"

      Eliminar
    3. É uma analogia disparatada não é? Mas incrivelmente há quem pense que as coisas são assim tão simples...

      Eliminar
  34. O YEC até, enquanto piada. algo de divertido. Como o são todas as teorias da conspiração. É algo parecido com um delírio que não pode ser contrariado pela razão.

    Acreditar que os ET´s vivem entre nós e comandam secretamente o mundo ou que houve um dilúvio em 2500 AC aparentemente não faz mal a ninguém a não ser ao próprio crente.

    O problema dos YEC é que tentam passar o seu delírio para o sistema de ensino. Aí a coisa perde a piada e já há um efetivo prejuízo. Foi difícil impedir a sua nefanda ação em muitos países.

    A parte que não deixa de ser curiosa é que à parte terem um horror visceral à evolução pouco se importam com todos os outros dados que demonstram - à saciedade - que estão completamente errados.

    Bastava-lhes que a TE saísse dos programas e j+a ficavam felizes. Pouco se importavam que na aula seguinte se falasse das civilizações invulneráveis ao dilúvio, da velocidade da luz, dos tempos geológicos, etc e etc.

    Isto ia resultar num discurso educativo do gênero:

    - Em 2500 AC houve um dilúvio tal e qual nos diz o Gênesis, durante a terceira dinastia Egípcia, e os Egípcios continuaram a construir pirâmides.

    - a terra tem seis mil anos mas a luz das estrelas demorou dezenas de milhares ou mesmo milhões de anos a cá chegar...

    Enfim!

    Algo que um YEC entende perfeitamente mas de que os vulgares mortais se riem.

    Perspectiva :

    Faça lá uns cálculos para partindo de 8 pessoas sabermos quando a população pode crescer para 1.000.000 de pessoas:

    Se o fizer vê logo que não é de todo em todo possível defender que em 2500 AC a população foi reduzida a 8 pessoas.

    São contas básicas....

    Enfim. Não é de esperar uma resposta concreta mas a tentativa é sempre divertida...

    ResponderEliminar
  35. Estimado Sousa Ponte

    1) Quem acredita em ET's são os evolucionistas como James Watson e Francis Crick ou ainda como Carl Sagan ou mesmo Stephen Hawking .


    2) Sobre um dilúvio global temos abundante evidência histórica e geológica.

    3) Um dilúvio global recente permite explicar descobertas tão diversas como 80 fósseis de baleias no deserto do Chile a cima do nível do mar ou tecidos moles em ossos de dinossauro não fossilizados, entre centenas de outros exemplos..

    4) A velocidade da luz também é um problema para a teoria do Big Bang havendo mesmo cientistas não criacionistas que sustentam que sustentam que a velocidade da luz pode variar


    5) Nunca ninguém viu os "tempos" geológicos. O que todos vemos são apenas camadas de rochas sedimentares de dimensão transcontinental que se explicam melhor como o resultado de muita água em pouco tempo do que de pouca água ao longo de milhões de anos.


    6) As contas sobre o crescimento das populações estão feitas e corroboram a origem recente da humanidade Todos podem e devem ter acesso a essas contas.

    ResponderEliminar
  36. Perspectiva :

    Temos então que em 2500 AC havia 8 pessoas e uma arca cheia de animais.

    Mesmo com um crescimento da população muito elevado como a duplicação da população a cada 100 anos e mantendo esse crescimento por séculos o tempo necessário para atingir um milhão de pessoas é enorme. E teríamos de admitir neste período não havia enchentes, secas, pestes, ou qualquer outro fator que impedisse a população de dobrar a cada 100 anos.


    2500 AC 8 pessoas
    2400 16
    2300 32
    2200 64
    2100 128
    2000 256
    1900 512
    1800 1024
    1700 2048
    1600 4000 (arredondado para dar menos trabalho)
    1500 8000
    1400 16000
    1300 32000
    1200 64000
    1100 128000
    1000 256000
    900 500000
    800 1000000

    Ora teríamos no ano 800 AC um milhão de pessoas nos cinco continentes. Como é que se formaram as grandes civilizações?


    E dobrar a população a cada 100 anos sem vacinas, incubadoras, antibióticos, hospitais, sabão, soro, etc e etc é mera fantasia...

    ResponderEliminar
  37. João Vasco e JC,

    O problema não é o Jónatas eo Mats não perceberem. É a tal coisa de, se admitem que percebem, põem em risco a alminha ou, pior ainda, a posição que conquistaram na sua comunidade.

    Jónatas: a propósito dessa coisa dos feijões, está aqui um post de 2008 sobre isso.

    Um dia destes tenho de ver se organizo os posts sobre o criacionismo. Talvez criar um indice. Porque me parece que isto não sai da cepa torta...

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. O problema desse post é que além de não provar a evolução (assume-a sem a demonstrar) não explica a origem da informação genética que codifica todas as instruções para a produção, vida e reprodução dos seres vivos

      Eliminar
  38. O Sousa da PonteFeb 7, 2012 10:20 AM

    Perspectiva :

    Temos então que em 2500 AC havia 8 pessoas e uma arca cheia de animais.

    Mesmo com um crescimento da população muito elevado como a duplicação da população a cada 100 anos e mantendo esse crescimento por séculos o tempo necessário para atingir um milhão de pessoas é enorme.

    olha que não ó sousa Ilha da Páscoa colonizada por umas dúzias em apenas 10 gerações (uns 300 anos ) houve mais do que duplicações anuais

    a agricultura permitiu triplicações de populações em 2 gerações sem antibioticos mesmo no século XVIII ou Xº ou Vºa.c. basta ver a luta pelas terras das cidades estado gregas

    muito melhores que os ruandeses a matarem-se por uma nesga de terra...

    resumindo com 150 milhões de hectares e 100 hectares por caçador recolector
    dava para chegar ao milhão mais cedo

    15 filhos por casal com mortalidade pós natal nos primeiros 5 anos de 333/1000 (ou mesmo com 10% de mortes anuais 1,5 mortos no 1º ano ) ainda sobram 10 filhos ao fim de 5 anos e a mortalidade pós 5 anos nem chega aos 100/1000 ora brincar com números

    até posso provar que morreram 1560% dos 15 filhos do casal

    ou que o ouro vai chegar aos 2500 dólares

    agora quantos dólares são necessários para uma nota de 10 mil yenes ou de 100 reais isso já está no limite do crescimenta exponencial

    ResponderEliminar
  39. Eis uma notícia interessante sobre a sequenciação do DNA dos Denisovans, um grupo asiático relacionado com os Neandertais e homens modernos

    Os resultados obtidos corrobora a ideia de que os Neandertais eram verdadeiros seres humanos...

    "This level of resolution was sufficient to establish the relationship of Denisovans to Neandertals and present-day humans"


    ...e que eram recentes:

    "We cover all non-repetitive DNA sequences in the Denisovan genome so many times that it has fewer errors than most genomes from present-day humans that have been determined to date."

    ResponderEliminar
  40. Uma notícia interessante sobre evidência de antigos oceanos em Marte...

    Se for confirmada ela permitirá entender melhor o relato da criação (Génesis 1:7) quando afirma:

    "Fez, pois, Deus o firmamento, e separou as águas que estavam debaixo do firmamento das que estavam por cima do firmamento. E assim foi."

    ResponderEliminar
  41. Este comentário foi removido pelo autor.

    ResponderEliminar
  42. Um estudo interessante pretende ser um avanço na compreensão da evolução da respiração celular baseada em oxigénio.

    O grande avanço é: o mecanismo de evolução permanece um mistério.

    "The finding thus establishes first-ever evidence for a proton pump in anaerobic organisms, shedding light onto the mysterious mechanisms governing the production of nitrogen oxide and the evolutionary path that led to their emergence."

    ResponderEliminar
  43. Um novo estudo na revista Nature explica o movimento rápido de grandes quantidades de magma, corroborando ainda mais os modelos catastrofistas do dilúvio global

    ResponderEliminar
  44. As alterações climáticas estão a provocar um interesse renovado nos mamutes e nas causas da sua abrupta destruição.

    Toda a evidência recolhida é inteiramente compatível com a sua existência recente e destruição catastrófica recente


    Evidências recolhidas levam alguns cientistas russos a perguntar se não haverá ainda mamutes vivos

    Nos últimos dias foi divulgado um vídeo que pretende ter imagens de um mamute vivo num rio siberiano, embora subsistam dúvidas em torno dele...

    Em todo o caso, veremos que surpresas é que o degelo siberiano nos reserva...

    ResponderEliminar
  45. Eu estou com o Perspectiva, afinal de contas ninguém ainda conseguiu explicar a que profundidade mergulham os feijões.

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Ah, isso sei. Cerca de 5-10cm, em terra solta e bem amanhada.

      Eliminar
  46. Os criacionistas ainda näo explicaram qual é o objectivo inteligente do Deus ao criar as moscas, ou aquele parasita que pöe os ovos na retina do hóspede, e depois quando o ovo eclode alimenta-se do olho do hóspede...

    AH, já sei... "Deus move-se por caminhos estranhos". É essa, QUIÇÁ, a explicaçäo para me ter "criado" ateu...

    Mais engraçado que isso é vocês discutirem com os fanáticos religiosos criacionistas, apelando-lhes à razäo. É tal qual convencer um portista que o PdC é corrupto... tempo perdido!

    ResponderEliminar

Se quiser filtrar algum ou alguns comentadores consulte este post.